Câmara Secreta
| Categorias: Hogwarts, Letra C, Lugares |(Chamber of Secrets)
A Câmara Secreta é uma sala secreta construída por Salazar Slytherin para guardar um monstro que terminaria seu “nobre trabalho”, quando o seu herdeiro chegasse para controlá-lo. A Câmara se abriria e libertaria o monstro, que expulsaria todos os mestiços e nascidos trouxas da escola. De acordo com a lenda, Gryffindor e Slytherin tiveram uma discussão sobre a seleção de alunos que deveriam estudar em Hogwarts, e Gryffindor aparentemente ganhou, enquanto Slytherin deixou a escola. Muitos bruxos procuraram a entrada da Câmara por séculos, mas nunca a encontraram.
Quando Riddle entrou em Hogwarts e descobriu sua ligação com Slytherin, trabalhou incansavelmente até descobrir a entrada da Câmara, e libertou o basilisco. Foi a primeira vez que a Câmara esteve aberta por um longo período, e houve vários ataques, até a morte de Murta. Quando a garota morreu, o diretor Dippet resolveu fechar a escola, mas Riddle, que não queria que a escola fosse fechada e tivesse que voltar para o orfanato trouxa, parou com os ataques, e colocou a culpa em Hagrid, que foi expulso.
Anos depois, Lúcio Malfoy, pôs o diário de Riddle entre os livros de Gina. O objetivo do diário/horcrux era dominar o estudante que tivesse contato com ele, para que continuasse a “tarefa de Slytherin”. Houveram alguns ataques até Gina ser levada para a Câmara. Harry acabou desvendando o mistério e descobrindo que a entrada secreta ficava no banheiro da Murta que Geme. Ele e Rony conseguiram resgatar Gina, e Harry destruiu o diário.
Durante a Batalha de Hogwarts, Rony tem a idéia de pegar presas de basilisco na Câmara para destruir as Horcruxes, e consegue abrir a Câmara imitando o som que Harry faz quando diz, em ofidioglossia, “abra”.
“Harry se viu parado no fim de uma câmara muito comprida e mal iluminada. Altas colunas de pedra entrelaçadas com cobras em relevo sustentavam um teto que se perdia na escuridão, projetando longas sombras negras na luz estranha e esverdeada que iluminava o lugar. (…) Então, quando emparelhou com o último par de colunas, uma estátua alta como a própria Câmara apareceu contra a parede do fundo. Harry teve que esticar o pescoço para ver o rosto gigantesco lá no alto. Era antigo e simiesco, com uma barba longa e rala que caía quase até a barra das vestes esvoaçantes de um bruxo de pedra, onde havia dois pés cinzentos enormes apoiados no chão liso da Câmara.” (CS17)
![]()


